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Corretoras geram até 150 mil empregos diretos

10 de outubro de 2015

Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) | Foto: i62.tinypic.com

Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) | Foto: i62.tinypic.com

O corretor é responsável pela distribuição de 80% a 90% do seguro e pela geração de 120.000 a 150.000 empregos diretos no Brasil. “No momento de crise que o País vive, é necessário ressaltar a importância social e econômica desse setor”, afirmou o consultor da Rating de Seguros, Francisco Galiza, ao apresentar os resultados do 2º Estudo Socioeconômico das Empresas Corretoras de Seguros (ESECS-PJ), elaborado pela Fenacor, na manhã desta sexta-feira.

Segundo Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que participou como debatedor do mesmo painel, enquanto vários setores da economia testemunharam queda de 10% no número de vagas, as corretoras avançaram 22%. O especialista associou o resultado à inclusão do corretor de seguros no regime tributário diferenciado do Super Simples. “A carga tributária caiu 8% em relação ao faturamento desse ano. Esse valor pôde ser aplicado em melhorias para as empresas”, explicou.

Outro dado registrado pela pesquisa, realizada em setembro deste ano, com lideranças de 1.954 corretoras de seguros de 24 estados, foi a tendência de queda na comercialização dos seguros de automóveis para empresas de maior faturamento mensal. Para as que recebem até R$ 15.000,00 por mês, a participação dos seguros de automóveis é de 70%, ao passo que, para aquelas com renda acima de R$ 60.000,00, esse valor é de 60%.

Essa edição do ESECS-PJ, que contou com apoio do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), também questionou os fatores considerados mais relevantes para a superação das dificuldades econômicas deste ano. Dos entrevistados, 97% avaliaram a venda cruzada e a ampliação de carteira de clientes como “muito importante” ou “importante”. O investimento em capacitação de equipe somou 94% desse grupo.

O estudo concluiu, ainda, que a maioria das companhias (43%) espera crescer entre 11% e 20% e que a maior preocupação dos entrevistados é com relação à atual conjuntura econômica e seu possível impacto sobre a demanda por seguros. Em 2013, quando foi realizada a primeira edição do estudo, a maior preocupação era com os riscos declinados. “Isso sinaliza que o mercado acabou equacionando essa questão de maneira satisfatória”, completou Galiza, adiantando que o trabalho estará disponível, em breve, no site da Fenacor.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social

ALE