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Vergílio: seguro poderia evitar rebaixamento do Brasil

18 de setembro de 2015

Presidente da Fenacor, Armando Vírgilio

Presidente da Fenacor, Armando Vírgilio

O presidente da FENACOR, Armando Vergílio, afirmou, nesta terça-feira (15/09), durante a solenidade de abertura da 7ª Conseguro, realizada pela CNSEG, em São Paulo, que o mercado de seguros poderia até evitar o “trágico rebaixamento” da nota de crédito do Brasil, feito pela Standard & Poors, caso estivesse “atuando em sua plenitude”. Segundo ele, o problema seria mais facilmente evitado porque a capacidade do País cumprir suas obrigações estaria assegurada pela maior garantia que poderia haver, aquela também oferecida pelo seguro.

Para Armando Vergilio, o setor tem grande contribuição a oferecer, especialmente neste momento de crise na economia. Contudo, não o faz plenamente, como poderia, pois não consta da agenda do Governo. “O Governo não dá atenção adequada ao setor”, lamentou o presidente da Fenacor, para quem a indústria do seguro poderia cumprir plenamente a sua missão se constasse de uma agenda positiva do Governo, contribuindo, por exemplo, para a geração de poupança de longo prazo e de empregos e para o aumento da arrecadação de impostos.

Armando Vergilio fez questão de ressaltar que a crítica não era direcionada ao atual ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Admiro o ministro, por tudo o que faz para o Brasil superar a crise. Refiro-me a quem passou por ali nos últimos anos e suas equipes. Para estes, o mercado de seguros, por crescer na faixa de dois dígitos há tempos, não precisa de atenção”, criticou.

Na avaliação dele, essa visão é “equivocada”, pois o mercado poderia estar ajudando muito mais.

Armando Vergilio destacou o fato de o setor vir crescendo muito acima do PIB há mais de uma década, com incremento médio anual de 14%. Na avaliação dele, isso ocorre, porque, cada vez mais, a sociedade está se conscientizando de que pode confiar no seguro e nos seus operadores. “Os brasileiros passaram a entender que o seguro protege e ampara as famílias e as empresas nos momentos mais difíceis e é vital para o governo, como garantidor da conclusão de grandes obras publicas”, ressaltou.

Fonte: CQCS