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Setor segurador apresenta números positivos até março de 2019

21 de maio de 2019

No primeiro trimestre, alta é de 5,9% comparativamente a 2018 na arrecadação de prêmios e, na série anualizada de 12 meses, sobe 1,3%

Os números do setor segurador apresentados foram positivos no primeiro trimestre de 2019. A arrecadação no período avançou 5,9% sobre os três primeiros meses de 2018, subindo para R$ 59,9 bilhões (sem Saúde e sem DPVAT).  As provisões técnicas foram superiores em março, subindo 10% (R$ 1,022 bilhão) sobre o mesmo mês do ano passado. A recuperação se deveu ao crescimento de ramos de seguros que continuam mais resistentes à estagnação de negócios gerada pelo baixo crescimento econômico. A receita da série anualizada (abril/18 a março/19, sem Saúde Suplementar) ampliou-se em 1,3%, um pouco abaixo dos 2% do resultado acumulado dos 12 meses até fevereiro. Os dados de mercado constam da nova edição da publicação Conjuntura CNseg.

Em editorial, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, diz que os dados da série anualizada móvel – que indicam tendência de prazo mais longo – sinalizam um desempenho promissor nesse ano, caminhando para um patamar superior ao observado em 2017/2018 (acumulado de 12 meses), depois da sequência de quatro períodos de taxas negativas. “Cabe ressaltar a grande contribuição do segmento de Danos e Responsabilidades para esta reação na taxa anualizada, tendo em vista o crescimento dessas modalidades, de 7,7%, nesse período”, assinalou. Ao mesmo tempo, houve assimetria na contribuição dos planos de Riscos e de Acumulação para a série móvel de 12 meses, acrescentou ele. “Enquanto os Planos de Riscos acumularam expansão de 10,1%, os Planos de Acumulação (PGBL e VGBL) recuaram 5,5% na série anualizada”, informou ele.

Na comparação trimestral com o mesmo período de 2018, os ramos que mais cresceram foram dos seguros Marítimos e Aeronáuticos (61,5%), de Créditos e Garantias (46,8%), dos Patrimoniais (13,2%), dos Planos de Vida Risco (12,8%), dos títulos de Capitalização (8,1%) e do Seguro Rural (6,5%). Clique aqui para acessar a última edição da Conjuntura CNseg.

Fonte: Assessoria