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Seguro viagem também vale para crianças?

16 de agosto de 2019

Serviço é imprescindível para esta faixa etária que pode precisar de cuidados médicos com mais frequência, evitando gastos maiores

Planejar viagens, sejam longas ou curtas, perto e longe requer muito cuidado. Um item que costuma ser negligenciado é o seguro viagem, principalmente quando é para crianças. Diferente dos adultos, que se preocupam com cancelamentos de voos e extravio de bagagens, o seguro viagem pode ser muito útil quando se trata dos pequenos, que por serem mais ativos e com imunidade ainda em formação, costumam utilizar serviços médicos com frequência.

Para Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline, marketplace de seguros e produtos financeiros, os pontos mais importantes são o planejamento com antecedência e o entendimento de que economizar com o seguro viagem pode gerar gastos muito maiores.

“Pensar em colocar o pé na estrada sem o seguro viagem é uma furada. Muita gente imagina que vai economizar, mas os valores para contratação são muito baixos, chegando a R$ 5 por dia em viagens nacionais ou U$ 3 por dia nas internacionais. O legal é pensar no quanto você está economizando ao comparar com os gastos que teria com despesas hospitalares por conta de um machucado ou mal estar durante a viagem. Essa faixa etária é muito suscetível a pequenos problemas de saúde, como gripe, febre, infecção de garganta, por conta da baixa imunidade”, explica.

O seguro para crianças é exatamente o mesmo, não existe nenhuma diferença de cobertura e os preços não sofrem alteração pela faixa etária. Para a contratação são solicitados dados pessoais básicos como nome, CPF e data de nascimento, além do destino da viagem e dia da partida e chegada. No caso de crianças que ainda não possuem cadastro de pessoa física, o voucher deve ser emitido com registro de um responsável legal.

Não existe uma idade mínima ou máxima, o seguro pode ser contratado a partir do nascimento, e também se trata do mesmo produto de um adulto. No entanto, algumas seguradoras estipulam uma faixa etária mínima para emissão do bilhete para crianças desacompanhadas. Outras só permitem emissão do seguro para menores de seis anos se o serviço para o responsável por ela estiver na mesma compra.

“Se um passeio é planejado e definido com antecedência, por que não pensar também no seguro viagem? É um item imprescindível na bagagem, não pesa no orçamento e pode economizar uma boa grana em caso de urgência. Contar com um prazo mais longo para organizar permite que o viajante compare preços e coberturas, leia as cláusulas com calma e contrate tudo com segurança”, finaliza Marchetti.

Fonte: Assessoria