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Não caia na cilada do Pirata

09 de maio de 2015

É meio redundante, eu sei, mas quem contrata um seguro pretende se sentir seguro, certo? Ter a confiança de que vai ter o seu bem ou investimento de volta caso algo não corra como desejado é algo que nos dá tranquilidade para avançar nos negócios e na vida pessoal. E confiar isso a um pirata parece um tanto arriscado, não? Até mesmo, poderíamos chamar de tiro no escuro ou quem sabe “uma tremenda furada”.

No mercado de seguros, chamamos isso de Seguro Pirata, apólices vendidas irregularmente por associações e cooperativas. Em Alagoas, esta é uma das práticas mais combatidas pelo Sindicato dos Corretores de Alagoas (SIncor-AL), com realização de campanhas de orientação a toda a população.

A sociedade precisa estar atenta para não cair nesta cilada. Buscar orientação nas entidades regulamentadas, como Susep e o próprio Sincor, bem como denunciar as empresas piratas nos órgãos competentes que possam agir em defesa da sociedade, como o Ministério Público e Procon.

A denúncia é uma ferramenta muito forte para que o sindicato possa lutar contra a epidemia do Seguro Pirata que segue ganhando espaço em Alagoas, principalmente em Maceió e Arapiraca. É preciso de mais denúncias daqueles que foram lesados com a falsa promessa de proteção veicular, para termos um número maior de provas e assim podermos ir à luta para fecharmos as portas dessas empresas que estão aumentando o número de calotes no Estado.

Um fator agravante é que as pessoas têm medo de denunciar que foram vítimas do golpe com medo de sofrerem algum tipo de represália ou até mesmo por vergonha. A denúncia é o ponto forte para combater quem está agindo fora da lei. A ilegalidade das cooperativas e associações agirem no mercado como se fossem seguradoras preocupa os sindicatos e seguradoras, pois elas não oferecem nenhum tipo de garantia a seus clientes e vendem o discurso de que são mais barato. “É como diz o ditado popular: ‘é o barato que sai caro’”.