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MAPFRE registra prêmios de R$ 8,6 bi no 1º semestre

26 de julho de 2017

A MAPFRE obteve no Brasil um volume de prêmios de R$ 8,6 bilhões (2,5 bilhões de euros) no primeiro semestre de 2017, ou seja, 13,4% mais que o mesmo período no último ano em euros. Este crescimento decorre da valorização do real brasileiro frente ao euro, quando comparamos o primeiro semestre de 2017 com o mesmo período em 2016. Analisando a evolução em reais, houve um decréscimo de 1,3%. O Grupo no Brasil registrou R$ 3,65 bilhões (1,1 bilhões de euros) em volume de prêmios de Seguros Gerais, o que representa acréscimo de 5,9% em reais e 21,74% em euros; R$ 2,6 bilhões (741 milhões de euros) em prêmios de Seguros de Vida, com decréscimo de 5,1% em reais e acréscimo de 9,1% em euros, e R$ 2,3 bilhões (671 milhões de euros) em prêmios de Seguros de Automóveis, com decréscimo de 7% em reais e acréscimo de 6,9% em euros. Com isso, o Brasil mantém posição de segundo país com maior volume de receitas no Grupo.

O resultado atribuído do semestre encerrado totalizou R$ 226 milhões (65 milhões de euros), e o índice combinado melhorou quase um ponto percentual, atingindo 95,4%.

Segundo o CEO da MAPFRE no Brasil, Wilson Toneto, “o Grupo no Brasil dedicou esses últimos 12 meses a revisar a política de subscrição e seus processos, em especial aqueles focados no aprimoramento dos serviços a clientes e distribuidores. Isso permitiu que a operação no país mantivesse resultados excelentes para o Grupo, tanto localmente quanto de forma global. O negócio de seguros brasileiro contribui com 16,6% dos prêmios no resultado mundial e 12,8% em benefícios da MAPFRE”.

“As linhas de negócios que apresentaram os melhores desempenhos foram Vida Risco e Seguro Rural, pois a sinistralidade ficou abaixo das observadas no primeiro semestre de 2016. Quanto à carteira de Automóveis, seguimos implementando ações que permitirão a melhora da performance”, conclui o executivo.

 

A MAPFRE no Mundo

A MAPFRE teve aumento em seu lucro líquido no primeiro semestre deste ano em 9,1%, até alcançar 415 milhões de euros, graças à evolução positiva do Grupo na Espanha, Brasil e EMEA (Europa, Oriente Médio e África), assim como na atividade resseguradora. O negócio cresceu 8,2%, até atingir 13,073 bilhões de euros em prêmios, com destaque para as Áreas Regionais Ibéria e Latam Norte e do negócio de Riscos Globais, assim como pelo impacto da revalorização de determinadas moedas, principalmente o real brasileiro.

O patrimônio líquido ao final do primeiro semestre de 2017 ficou em 10,864 bilhões de euros, enquanto os ativos totais chegaram a 68,127 bilhões de euros, sendo 49,211 bilhões de euros em investimentos, dos quais, aproximadamente 27 bilhões estão em dívida soberana, enquanto outros 9,748 bilhões correspondem a investimentos em renda fixa corporativa.

A taxa de Solvência II no encerramento de março ficou em 211,5%, com 87% do capital de máxima qualidade (TIER I), o que reflete a solidez, a estabilidade e a força econômica do Grupo.

 

Fonte: CDN