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Ipea divulga mapa da vulnerabilidade social

07 de outubro de 2015

Estudo aponta avanços em 16 regiões metropolitanas e pode guiar ações em microsseguro

Foto: promenino.org.br

Foto: promenino.org.br

As seguradoras que atuam com microsseguro devem avaliar as conclusões do novo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre vulnerabilidade social em regiões metropolitanas. O estudo avalia o aumento ou redução da resiliência social em 16 regiões metropolitanas e conclui que o País ficou mais forte na comparação entre 2000 e 2010, com destaque para a evolução das diretrizes “Renda e trabalho” e “Capital Humano”. O estudo é uma fotografia oportuna para que as empresas escolham as praças que mais estão aptas para a oferta de seguros voltados para a população de baixa renda.
C

omplementar ao Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios, divulgado no início de setembro, esta nova publicação e uma base de dados – disponível no endereço http://ivs.ipea.gov.br – trazem o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) das RMs de Belém, Belo Horizonte, Vale do Rio Cuiabá, Curitiba, Região de Desenvolvimento Integrado do Distrito Federal (RIDE-DF), Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Grande São Luís, São Paulo e Grande Vitória e de suas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs). O melhor IVS foi observado nas RMs de Porto Alegre (0,270), do Vale do Rio Cuiabá (0,284) e de Curitiba (0,285), todas na faixa da baixa vulnerabilidade social. A redução foi, comparativamente, maior na RM do Vale do Rio Cuiabá (31%), que passou de um IVS de 0,412 (alta vulnerabilidade social), em 2000, para 0,284 (baixa vulnerabilidade social), em 2010. As maiores evoluções ocorreram na dimensão renda e trabalho e foram observadas em 14 das 16 Regiões Metropolitanas em estudo.

A diminuição da vulnerabilidade social associada à renda e trabalho ocorreu, em maior proporção, em RMs das regiões Sul e Sudeste, a exemplo das RMs de Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Grande Vitória e São Paulo. Na dimensão capital humano, a diminuição mais expressiva da vulnerabilidade social ocorreu em Curitiba (34%) – nenhuma Região Metropolitana estudada apresentou evolução inferior a 26%. A dimensão infraestrutura urbana foi a que registrou os menores progressos, não havendo casos de aumento da vulnerabilidade.

Variações superiores a 10% foram observadas apenas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, A Região Metropolitana da Grande São Luis, mesmo apresentando a maior evolução na infraestrutura urbana (redução de 24%), ainda permaneceu com a maior vulnerabilidade entre as 16 RMs analisadas, especialmente no que diz respeito ao “acesso ao saneamento (água, esgoto e coleta de lixo)” e ao “tempo de deslocamento casa-trabalho”. O seu IVS em 2010 foi de 0,527 – única ainda na faixa da muito alta vulnerabilidade social nesta dimensão.

Fonte: CNseg

ALE