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Cinco dicas para ter um endomarketing assertivo

10 de julho de 2017

Gerir uma equipe não é uma tarefa tão fácil quanto parece. Em um mesmo grupo você encontrará perfis, metas e ideias diferentes. E para colher bons resultados, é preciso saber como semear. Um desafio e tanto para os gestores. Nessa hora, o conhecido endomarketing pode fazer a diferença, mas é preciso saber a melhor maneira de desenvolvê-lo. A gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Brandili Têxtil, Cláudia Orçati Caniceiro, passa algumas orientações sobre como ter um endomarketing assertivo e que projetará uma equipe engajada e que busque os mesmos propósitos.

1 – Para quem quer implementar ações de endomarketing, qual é o primeiro passo?  

É preciso ter em mente que o endomarketing não é apenas “vender” uma imagem positiva de uma instituição para seu público interno. É muito mais do que isso. É saber alinhar as estratégias e planos do negócio e adequar isso para ser transmitido aos colaboradores e demais segmentos de público interno (terceirizados/subcontratados, prestadores de serviços, entre outros) para que todos estejam “na mesma página”, olhando na mesma direção e seguindo os mesmos propósitos e objetivos. É papel do endomarketing ser essa ponte, este instrumento de alinhamento entre todos. A importância disso tudo é que este alinhamento reverbera positivamente da “porta para fora” das empresas e, claro, reflete em resultados positivos para a organização.

2 – Como escolher a melhor ação ou programa para a equipe?

Devemos estar sempre ligados nas tendências. O que funcionou no passado, hoje não funciona mais. O perfil dos colaboradores mudou, as gerações X, Y e até Z pensam diferente. Engajar essa turma por meio de ações ou programas internos é cada vez mais desafiador. Hoje é preciso estar atento às expectativas profissionais das pessoas, e também pessoais, para alinhá-las às necessidades da empresa e dos negócios. Só haverá comprometimento, engajamento e felicidade no ambiente de trabalho se conseguirmos promover este alinhamento.

3 – Qual é o papel dos gestores nessas ações e programas?

Para cada ação/campanha interna na área, a Comunicação Institucional (DHO) oferece orientações aos gestores de como proceder para engajar suas equipes. O papel deles é fundamental na formação de opinião. Para cativar e comprometer os demais, antes os gestores é que devem estar envolvidos com os projetos da empresa.

4 – Através do endomarketing é possível comunicar todos os colaboradores sem ruídos?

Nossa comunicação interna possui vários canais, por exemplo. Não conversamos com todos os segmentos de público interno de um mesmo jeito. Procuramos adequar as mensagens aos meios. O problema de muitas empresas é o excesso de e-mails e ruídos/desvios de interpretação. É muito impessoal. Envolver os gestores no processo de comunicação e respeitar o timing das notícias é fundamental para se ter sucesso no processo de comunicar. Hoje tudo transcorre muito rápido, com os adventos tecnológicos. Mas a comunicação face a face sempre será a melhor forma de comunicar. Temos atualmente mais de 10 canais de comunicação oficiais,  impressos e digitais.  Se evitamos os ruídos? Claro que não 100%, mas trabalhamos diariamente para sermos cada vez mais próximos e transparentes.

5 – Na Brandili, quais ações e programas fazem parte do endomarketing?

Temos vários, mas podemos citar alguns exemplos. Através do Mais Você Brandili temos programas de valorização profissional, como o GP (Grande Prêmio) da Melhoria Contínua, que se baseia em transformar ideias em projetos que tragam resultados para os negócios. Temos o Valeu!, em que os colaboradores podem votar e reconhecer colegas que praticam os valores da empresa e têm atitudes positivas no ambiente de trabalho. E o Tempo de Estudar, que oferece estudo gratuito para adultos que desejam se formar no ensino fundamental e médio.

Fonte: Oficina das Palavras

ALE