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Brasil tem dificuldades, mas setor de seguros crê em desenvolvimento, diz CNseg

16 de setembro de 2015

Rossi

Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marco Antonio Rossi

O Brasil vive um momento de dificuldades, mas o mercado de seguros crê no seu desenvolvimento e também na continuidade do crescimento do setor, de acordo com o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marco Antonio Rossi. “Queremos transmitir mensagem de crença e a certeza da continuidade do desenvolvimento do setor que vem crescendo há vários anos em dois dígitos e em níveis muito superiores ao do PIB brasileiro”, disse ele, que também é presidente da Bradesco Seguros, durante a abertura da 7ª Conseguro, promovida entre a terça-feira, 15, e a quinta-feira, 17, pela CNseg.

Durante seu discurso, Rossi destacou o desempenho do mercado de seguros no primeiro semestre, acima dos dois dígitos de crescimento nominal, ou seja, sem descontar a inflação. Afirmou ainda que o segmento está preparado para os próximos anos, destacou a importância do setor para o desenvolvimento do País e também a necessidade de o governo seguir priorizando o diálogo na adoção de medidas.

Ao citar o aumento da longevidade no Brasil, o presidente da CNseg mencionou a aprovação do VGBL Saúde na Câmara dos Deputados e que visa destinar recursos para gastos com planos de saúde. “O VGBL Saúde trará um benefício enorme para o País que tem de se preparar e constituir reservas para cidadãos mais longevos e custos de saúde adicionais”, afirmou Rossi.

Depois de ser aprovado pela Câmara, o VGBL Saúde está sendo discutido no Senado e, caso não sofra alterações, irá para sanção presidencial. O texto sancionado, de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO), contempla duas propostas.

Primeiro, possibilita que as empresas possam contratar um plano de previdência da modalidade VGBL, para quem declara imposto de renda no formato simplificado, e não apenas PGBL, para as pessoas que optam pelo IR completo. Em segundo lugar, cria o VGBL Saúde, destinado a poupar recursos para gastos com planos de saúde durante a fase da aposentadoria, com isenção de imposto.

Fonte: Estadão Conteúdo